sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Educação + financeira

   No dia 4 de novembro fomos à biblioteca municipal falar de educação financeira  Esta atividade foi promovida pela  Universidade de Aveiro e chamava-se Educação+Financeira
   Havia lá uma exposição que falava da poupança e de como se faziam trocas de produtos antigamente.
   Jogámos em equipa e fizemos  trocas com o objetivo de conseguir trocar os produtos produtos menos valiosos por outros mais valiosos e que precisávamos. No fim fomos depositar o que ganhámos no banco e preenchemos um comprovativo do depósito feito. Para a escola levámos um pequeno livro com tarefas para realizar.




 Foi muito divertido porque aprendemos coisas novas enquanto brincávamos.
                                                                                                                                  Luis Pedro, 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Dia de pizza

  A meados de outubro a mãe do Tiago preparou-nos uma pizza deliciosa.
  Lambemos os bigodes com o aspeto da piza, arrepiamo-nos com o cheirinho dela.
  Mãe do Tiago traga mais, por favor!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Entrevista a Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães

                     
Para grande surpresa, ontem recebemos, na nossa escola, a visita das escritoras Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães. Estava previsto irmos à escola de Monserrate, contudo como estava a chover, essa atividade ia ser cancelada. As autoras, para que esta visita a Viana não fosse em vão, tomaram a iniciativa de nos visitar, pois, tal como afirmou Isabel Alçada, se os alunos fossem a pé para Monserrate “ficavam uns pintos”.
No decorrer desta visita, as escritoras responderam a várias questões que os alunos já tinham preparado previamente. A Joana fez o papel de entrevistadora, ou repórter de serviço.

Entrevistadora: É difícil ser escritora?
Isabel Alçada: Não é difícil quando já se tem muitos anos de escrita e treino, mas também não é fácil.
Entrevistadora: Quanto tempo em média leva a escrever um livro?
Ana Maria Magalhães: Depende. Se for da coleção “Uma aventura” em média, dois meses ou dois meses e meio. A Cartuxa foi um bocadinho mais porque foi o primeiro da coleção: em média 3 ou 4 meses.
Entrevistadora: De onde vem a inspiração sempre que escrevem uma história?
Isabel Alçada: A melhor inspiração vem dos meninos, dos nossos leitores. Nós somos professoras, conhecemos bem os meninos, e inspiramo-nos não só nos meninos, mas também nos gostos que os meninos têm. Percebem? E depois também gostamos de coisas giras e não gostamos nada do que não presta.
Ana Maria Magalhães: Vamos aos sítios. Por exemplo, o livro “Uma aventura na noite das bruxas”, fomos escolher uma quinta nos arredores de Lisboa, vimos várias e só depois escolhemos uma. “Uma aventura na escola” foi muito fácil: Passou-se na escola onde eu e a Isabel trabalhávamos. Não foi nada difícil porque estávamos lá.
                                    
Isabel Alçada: Olha, nas Ilhas de Cabo Verde, tivemos que ir a Cabo Verde; No Palácio da Pena, tivemos que visitar o palácio várias vezes, a várias horas do dia e até da noite.
Entrevistadora: Baseiam-se em factos e pessoas reais, para escreverem as vossas histórias?
Ana Maria Magalhães: As gémeas, o Pedro o Chico e o João foram nossos alunos. Sempre que possível integramos nas nossas histórias, as pessoas que pertencem ao local, por exemplo, se fosse aqui na escola, não podíamos participar todos, participavam dois ou três, ou se fossem necessário professores, podíamos convidar por exemplo, a professora Marília.
Isabel Alçada: Já na Bruxa Cartuxa, tivemos que inventar o Eco.
Entrevistadora: De todos os livros, qual é o que gostaram mais?
Isabel Alçada: Nós gostamos de todos os livros, mas gostamos sempre mais do que é mais recente, porque é como se fosse o nosso bebé. É como nas famílias! As pessoas gostam dos bebés, mas também gostam dos irmãos mais velhos. Mas eu depois tenho um preferido… é “Uma aventura no Bosque”.
Ana Maria Magalhães: Para mim é “Uma aventura nas férias de Natal II”, porque são aventuras que eu vivi na quinta dos meus avós quando tinha a vossa idade. E depois… claro acrescentamos uns pozinhos de fantasia. Eu contei essas histórias à Isabel e fizemos esse livro. Tenho por isso um carinho especial, porque são histórias mesmo minhas… da minha vida…
Entrevistadora: Como conseguem escrever as duas em parceria?
Isabel Alçada: Primeiro combinámos muito bem a história, depois sentámo-nos, uma vai dizendo uma coisa, outra vai dizendo outra, vamos escrevendo, é um trabalho de grupo. Vocês fazem trabalho de grupo? Então é igual.
Entrevistadora: Têm conflitos? Como os resolvem?
Isabel Alçada: Nunca temos conflitos. Nós detestamos conflitos. Quando uma não gosta de uma coisa, o que é que fazemos, diz lá?
Ana Maria Magalhães: Não se faz isso. Se eu disser à Isabel, “Vamos fazer uma aventura em que esta casa explode” se ela não gosta, se ela não quer, não fazemos. Fazemos outra coisa.
Isabel Alçada: Nós temos que chegar a acordo porque o trabalho é das duas. Além disso, nós somos as duas, as irmãs mais velhas, e as irmãs mais velhas nunca gostam muito de conflitos, e pensamos sempre numa coisa que é: “a falar é que a gente se… entende!”
Entrevistadora: Qual será o vosso próximo livro?
Isabel Alçada: Olha, destes livros da bruxa Cartuxa nós já temos outro que se vai chamar, “A bruxa Cartuxa e o segredo do primo Eco”, e nesse livro descobre-se o segredo do Eco, que era o único que ela não sabia.
Ana Maria Magalhães: Ele é rico em frases feitas. Cada vez que ele diz uma dessas frases feitas, as coisas acontecem. Por exemplo, se ele dissesse “a professora Cecília está-se nas tintas”, ela ficava encharcada em tintas.
Isabel Alçada: … ou então, “Oh meninos, vocês estão todos de trombas”, e vocês ficam todos com trombas...
Entrevistadora: Não querem escrever uma aventura em Viana do Castelo?
Ana Maria Magalhães: Queremos já há muito tempo, mas ainda não foi possível. O país inteiro pede aventuras. Para fazer uma aventura aqui, não dá para vir cá um dia a correr e ir embora e está feita a aventura. Tem que se conhecer muito bem a terra, as pessoas… Temos que ter tempo e ainda não houve tempo.
Entrevistadora: De que gostam de falar com os vossos leitores?
Isabel Alçada: De livros, de escrita e responder às perguntas deles.
Entrevistadora: Quais são as vossas ocupações preferidas?
Ana Maria Magalhães: Ler, escrever, estar com a família, de jantar fora de vez em quando, ir ao cinema, ouvir musica, ir à praia, passear,…
Entrevistadora: Qual o sonho que gostariam de concretizar?
Ana Maria Magalhães: Só me falta um sonho e não sei se vou conseguir, que era fazer uma viagem pelo Canadá, mas ir àquela zona onde há ursos, veados, mas ó que o meu marido não quer ir, e eu sozinha também não vou.
Alunos: Podiam ir as duas.
Isabel Alçada: Nós já viajamos juntas. Já fomos à Amazónia, era um sonho das duas. Fomos e escrevemos “Uma aventura na Amazónia”. Eu tinha um sonho que era guiar aviões, mas eu acho que já não tenho idade para guiar aviões.
É sempre bom ficarmos a conhecer pessoas tão importantes e tão emblemáticas da literatura portuguesa para meninos e meninas da nossa idade.

domingo, 27 de outubro de 2013

A Bruxa Cartuxa na Floresta dos Segredos

No próximo dia 4 de novembro vamos entrevistar as autoras de livros infanto-juvenis Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães na Biblioteca.
É necessário começar a preparar a entrevista:

  • Procurar informações sobre as autoras;
  • Reler alguns livros que escreveram ou pequenos excertos;
  • Listar perguntas interessantes
  • ....

Mãos à obra!!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Dia Mundial da Bengala Branca

Hoje, dia 15 de outubro, é o Dia Mundial da Bengala Branca, símbolo de independência, liberdade e confiança das pessoas cegas.
Este dia serve, por exemplo, para sensibilizar as questões com as acessibilidades no espaço público.
Gonçalo Nobre
 Logo de manhãzinha fomos à Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, onde tivemos o prazer de estar com a Dra. Paula que é uma das responsáveis desta biblioteca e é uma pessoa cega.
 "Os ovos Misteriosos" de Luísa Ducla Soares foi o livro escolhido para uma leitura conjunta. Este livro estava adaptado para pessoas cegas: era em braille e tinha uma capa com  com muita textura.O Luís acompanhou a leitura e todos nós relembrámos a história de uma galinha que foi capaz de ser mãe de coração e não olhou às diferenças dos seus filhos. 
Depois quisemos saber tudo: como se orientava, como escolhia a roupa, como cozinhava e fazia as outras lidas da casa, como escrevia, como andava com a Lina, a cadela, como trabalhava com o computador, como telefonava, como via as horas... E ficámos admirados com as capacidades que têm de se desenvolver: organização, persistência, desenvolvimento de todos os sentidos... 
A Bengala Branca

A  Bengala branca é uma bengala que é própia para cegos que necessitam dela para se orientarem quando vão á rua.
Para se usar essa bengala é preciso tato e audição, ou um cão guia.



HELEN ADAMS KELLER

Helen Adams Keller, norte amaricana nascida a 27 de julho de 1880. Ficou surda, muda e cega ainda muito nova devido a uma doença da época conhecida pela febre cerebral. Mais tarde conhecida como escritora por vários artigos a favor das pessoas portadoras de deficiência. 

                                                          Pesquisa de Rafael Araújo


Planificação de um cubo

O cubo!!!
O ano passado andámos à procura de pentaminós, este ano tivemos que descobrir hexaminós que fossem a planificação de um cubo.
A certa altura a professora ajudou dizendo que só podiam ser 11 as planificações possíveis... e lá as descobrimos!! 

Mas foi difícil, pois às vezes bastava estar ao contrário ou rodarem para nos confundirem... 
No fim registámos as descobertas feitas.